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Resenha: System Shock 2 – Irrational Games

Blog estagnado, eu tava querendo escrever alguma coisa mas como to com preguiça e sem assunto demais pra isso, vai aí uma repostagem de uma resenha minha com revisões, enquanto vocês leêm isso ae eu tento preparar algo de nível.

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System Shock 2: Bricks will be shat.

System Shock 2

System Shock 2 é um jogo que foi produzido pela Irrational Games, empresa bem tímida (para aquela época, hoje em dia é uma empresa bastante cultuada, que inclusive mudou de nome, agora é conhecida como: 2K Australia e 2K Boston depois que foi comprada pela Take-Two Interactive) que em seu PRIMEIRO jogo, criou um clássico do PC, falo sério, pode procurar qualquer lista de Best Games Ever, System Shock 2 vai estar entre os 20 melhores, quiçá entre os 10 melhores.
A história é mais ou menos essa: Ken Levine e uns outros caras sairam da Looking-Glass Studios pra criar sua própria empresa, a supra-citada Irrational Games. Os caras criaram o conceito do jogo e começaram a procurar distribuidoras, acharam a Electronic Arts (empresa que hoje é discriminada por chupar as tetas de algumas muitas franquias), que já tinha anteriormente lançado System Shock, um jogo que contava a história de um hacker que procura destruir uma Inteligência Artifical conhecida como SHODAN, assim, em maiúsculas mesmo, que ficou louca e quis destruir a humanidade ou tomar controle do planeta, uma parada assim.

Shodan

Ele consegue destruir, fim.
Se aproveitando do jogo previamente lançado, a EA diz que esse conceito se encaixaria no mundo de System Shock, e decide lançar o jogo da Irrational Games como System Shock 2, apesar de que praticamente todos que estavam trabalhando em SS2 não tinham trabalhado em SS, sequer tinham feito um jogo. System Shock 2 foi lançado em 1999.

Pode conter spoilers, ou não.
Let’s cut the crap, O Jogo:

42 anos após Shodan ter tentado [insert-clichè-here] o mundo, mais especificamente em 2114, a nave Von Braun será a primeira forma de transporte à viajar mais rápida que a velocidade da luz (Wikipedia diz: Exatamente 299.792.458 metros por segundo no vácuo. a.k.a.: Rápido pra caralho.).
Bem, a Von Braun se junta à UNN (Unified National Nominate, um tipo de exército do planeta inteiro.), que irá com a espaçonave Rickenbacker escortar a viagem da Von Braun.

Você assume o papel de um personagem sem nome, que, na terra, se junta a UNN e passa por um período de treinamento. Durante este período você pode escolher entre três “Facções”:

Marines: Especialistas em armas de fogo e armas de energia. Armas que, virtualmente, não têm falta de munição, já que para recarregâ-las basta achar um posto de energia. Usam das suas skills em Maintenance para consertar as armas, e fazer com que elas durem mais alguns dois tiros.
Eles também tem a maior força, sendo que podem destroçar um Híbrido (chegaremos lá) em alguns poucas chave-inglesadas. Não vou falar muito dos marines porque eles são os básicos de qualquer FPS.

Navy: Sabe os boiolas da marinha? Então, foram substituídos por um bando de Geeks que sabem pouco ou quase-nada sobre armas de fogo. Esses são os caras que ao invés de atirar em câmeras de segurança, desativam elas por meio de um painel, ao invés de procurar uma chave, hackeiam a porta e fazem ela dizer “Obrigado por deixar que eu o sirva nesse dia tão maravilhoso.” (+10 pontos de nerdeza pra quem entendeu.) Os caras precisam de “Nanites”, que é a currency da nave (Meus sinônimos pra nave acabaram uns dois parágrafos atrás), que são usadas tanto pra comprar qualquer coisa em máquinas automáticas, desde munição até garrafas de whisky, e que também são usadas para hackear coisas, sem nanites, no hacking for you.

OSA: O Jogo não dá o signficado da Sigla, mas eu acho que seja algo próximo de: Oh Shit, this kicks Ass. É em OSA que SS2 mostra seu maior diferencial dos FPSs de esquina, poderes psíquicos. Têm para todos os gostos, aumentar a velocidade, força, Hacking, entre outros, mas só por alguns minutos, assim como os “buffs” em MMORPGs, conseguir ítens que antes você não conseguiria, com algumas habilidades como “Kinetic Redirection” que traz ítens fora de alcance para você, poderes de ataques, e MUITOS outros. No total, são 35 poderes, e bem legais por sinal. Fazer um robô atacar todas as criaturas não-humanas por um período de tempo ou se teleportar pra onde você quiser? Nice.

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Ok, após escolher a empresa/facção que você vai participar, você passa por um período de treinamento de três anos. Nada demais, cada ano você pode escolher uma de três salas para formar a Build inicial do seu personagem, ou seja, quantos pontos ele terá de,
Strenght, força do personagem, tamanho do inventório, o dano que ele vai infligir em um combate melee, etc.

Endurance, HP Máximo, e a resistência do personagem à toxinas e radiação, Psionics, o dano que habilidades psíquicas irão causar, a duração, entre outros.

Agility, Velocidade do personagem, o quanto do coice da arma que ele irá receber, e o dano de queda e finalmente, Cyber, que seria a facilidade que o personagem terá quando for tentar hackear algo, consertar ou modificar.

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Depois desse treinamento é aonde o jogo realmente começa.

Cinco meses após o começo da viagem, o personagem acorda na Ala médica da Von Braun, sem memória por culpa de um mal-funcionamento dos computadores. A única pessoa com quem ele pode falar é uma mulher que manda e-mails ou algo parecido pra ele, indicando qual seria o próximo objetivo dele e dá uma leve explicada no que está acontecendo.
Aparantemente, XERXES, o computador da nave, ficou MALOCOWLZ e está fodendo completamente com a nave. Robôs e Turrets estão descontrolados atacando qualquer humano que se aproxime, mas ele não vê problema nenhum com humanos mutantes e macacos super-inteligentes. Além disso, várias partes da espaçonave estão trancadas por culpa de XERXES.
Logo no ínicio, o personagem principal (só pra esclarecer: Ele não tem um nome, bgs) se vê com uma chave inglesa e atacando alguns híbridos, que praticamente tomaram conta da nave.

Esse é o Híbrido, praticamente o Slime de SS2.

Macaco Ratazana da Somália

Macaco Psíquico mutante. E o jogo não é tão bonito quanto aparenta (é um jogo de 1999 feito por caras que nunca programara antes, não fode), o cara tá usando mods pra embelezar, como o Rebirth, que eu recomendo fortemente.

Porra, isso tá ficando muito longo, vou tentar não me extender muito mais.

A Narrativa de SS2 é muito do caralho, porque ninguém te conta o que está acontecendo, você apenas vê o que acontece e a partir dali você tira suas próprias conclusões, as únicas dicas que você tem sobre o que está acontecendo é os Logs espalhados pela Nave, e muitas vezes você não conseguirá entendê-los muito bem a não ser que você tenha vários deles, para aí sim, você conseguir entender levemente o que está acontecendo. E eu acho isso ótimo, porque deixa o jogo aberto a interpretações, talvez porque você tenha informação incompleta, talvez não. Por exemplo, no ínicio do jogo é difícil saber se o Diego causou tudo aquilo ou apenas deixou-se levar pelo The Many. Quem jogou ou jogará irá entender.

Além disso, existem diversas possibilidades para o seu gameplay já que você pode escolher diferentes instituições, e isso adiciona um fator replay altíssimo no jogo, já que se você quiser, você pode jogar de maneiras difentes cada vez que você for jogar, algo meio Fable, mas BEM melhor executado.

Agora, o feeling do jogo é fortíssimo. Imagine-se em um lugar bastante claustrófobico, você não vê nenhum humano, e todos os seres que você vê estão prontos pra te matar. E puta que pariu, o Híbrido, quando está te atacando, ele PEDE para que você mate ele, ou então pede desculpas por estar te atacando, e isso é extremamente foda e ao mesmo tempo te deixa com um pé atrás sempre que você for jogar porque não é como Doom ou Half-Life, que os monstros nasceram com o único objetivo de te matar, os Híbridos não tem controle sobre suas ações, porque eles são Humanos infectados por alienígenas, eles agem por instinto, mas sabem de tudo que estão a par de tudo que está acontecendo, e isso é muito assustador. (Ou eu sou apenas viado, fica a par da interpretação do leitor)

Muitos podem até dizer que os gráficos do jogo não assustariam ninguém, mas o jogo não se trata de medo visual, como em jogos como Doom3 que o monstro sai de dentro do armário falando BOO!, É um medo psicológico, isso quer dizer que, você pode ter trinta shotguns em perfeito estado, mas ainda assim, você vai abrir essa porta com cuidado, pra caso tenha um Híbrido lá dentro. Sabe quando você jogou Silent Hill e quase se cagou de tanto medo? Então, Silent Hill apesar de ser um jogo extremamente antigo ainda conseguia arrancar sustos de várias pessoas, ou pelo menos, eu, e System Shock usa da mesma fórmula de Survival Horrors, pode até ser considerado um pelas pessoas mais mente abertas.

Pra finalizar, System Shock 2 é um jogo maravilhoso, um clássico do PC apesar de ter vendido bem pouco. Aconselho qualquer um que busque uma experiência diferente com FPSs a baixar System Shock, o jogo é foda.

System Shock 2 tem um sucessor espiritual, Bioshock, jogo que foi lançado em 2007 mas é bem desconhecido, alguém aqui já ouviu falar?
E o SS2 não é parecido com Deus Ex, Deus Ex que é parecido com SS2, fuckers.

System Shock 2

17 setembro, 2008 at 5:14 pm 2 comentários

The Chzo Mythos: 5 Days a Stranger

Escrevi esse artigo faz um tempinho, e pra o blog não entrar no marasmo (além do fato de que eu gosto quando as pessoas leêm o que eu escrevo) eu vou postar aqui denovo.

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Are you scared, yet?

Existiu uma vez, um mundo mágico de unicórnios e pênis voadores, onde dinossauros jogavam playstations, e goombas reinavam sobre a terra.
Um mundo onde a LucasArts fazia jogos de verdade, e não chupava até a última gota de leite das tetas de uma vaquinha em especial chamada: Star Wars.
Bem, foi nesse mundo mágico que surgiu vários jogos de point’n’click, ou graphic adventures, chame como quiser. Aquilo não era exclusividade da LucasArts, mas foi ela que deu impulso para o estilo florescer, um estilo que hoje em dia está praticamente morto.

Quando um meteoro atingiu a terra, esses dinossauros, pênis e unicórnios morreram todos, aí veio a humanidade.
Junto com a humanidade veio a vontade de destruir uns aos outros, e aí foi criado os First-Person Shooters e esses outros jogos de viados. Bem, nesse mundo pós-apocalíptico, eis que um programador amador vem ao resgate dos humanos que ainda sonham com aquele mundo de fantasia do começo do artigo.

Ben “Yahtzee” Crosshaw (www.fullyramblomatic.com), ou apenas Yahtzee mesmo, é um programador (ou quase), escritor, e mais algumas coisinhas, traduzindo: Pau pra toda obra, e foi esse cara que criou um dos jogos que mais me prendeu nesses últimos tempos:

5 Days a Stranger.

Wow, tela inicial impactante

5 Days a Stranger, faz parte de uma quadrilogia (Quadrilogia que alguns chamam de The Chzo Mythos, mas eu não tenho certeza se é correto ou se é só por não ter um nome pra chamar a série) composta por jogos igualmente bons (ou melhores até), os quais seriam:

5 Days a Stranger, que é o primeiro
7 Days a Skeptic, que é o segundo
Trilby’s Notes, como podem presumir, o terceiro.
e
6 Days a Sacrifice, que, surpresa, é o quarto.

Mas nesse artigo eu não vou falar sobre os outros jogos, vou tentar escrever apenas sobre o 5 Days a Stranger.

Então, em 5 Days a Stranger, você joga como um personagem sem nome, bem, ele temIsso é um trilby, não esse ladrão safado. um nome REAL, mas ninguém sabe qual é. Quando eu digo real, eu quero dizer um nome que mamãe e papai deram, porque ele, já no início do jogo ele diz que tem muitos nomes, Ladrão, Gatuno, Ladino, Dedos-Leves, ou, como você pode chamar ele se precisar de um nome: Trilby.

Pera, então ele é um ladrão?
BANG, REALITY SHOCK.
Sim, Gentleman Thief, como ele gosta de ser chamado.

Ok, devidamente apresentado, continuemos.

Bem, a história é a seguinte, Trilby recebe uma dica, de que ele pode faturar bastante em um roubo à uma mansão, a DeFoe Manor, Os últimos DeFoe morreram, e não havia nenhum herdeiro, então todo o dinheiro, jóias, quadros, etc. vão ficar lá até acharem um dono para tudo isso. Bem, Trilby acha que o dono deveria ser ele.
Ele consegue invadir a mansão, e se surpreende quando não encontra loot nenhum para ser roubado, ok, ele já imaginava isso, mas valia a tentativa de uma maneira ou de outra. Ou não.

Trilby se vê trancado dentro da mansão, a janela pela qual ele acabou de entrar não quer abrir, então ele vai ter que se aventurar dentro da casa pra conseguir achar uma saída,Oi, meu nome é Trilby. até ele descobrir que todas as saídas estão trancadas. Então ele descobre que ele não está sozinho, junto dele, há pelo menos 4 outras pessoas trancadas dentro da mansão.
É, é, aquela historinha clichê, junto de sua turminha do barulho, Trilby vai ter que achar uma saída da mansão. É, tudo é3 diversão até que alguém fure um olho. Ou morra esfaqueado.

Cara, só agora que eu percebi como é difícil falar do jogo sem spoilar partes importantes, então eu acho que vou parar por aqui mesmo, vai lá jogar o jogo e tire suas próprias conclusões.

Considerações finais: 5 Days a Stranger é um ótimo jogo, com uma história soberba, bem escrita pra caralho, com várias coisinhas espertas que vão fazer você rir alto (por exemplo, fique dando Look At em uma porta qualquer por várias vezes), e cheio de mistério e sustinhos pra fazer você se sentir uma bichinha acuada.

Lembrando que 5 Days a Stranger apenas ARRANHA a história completa da série, que fica muito mais sombria nos jogos que continuam 5 days a Stranger (Highlight no Trilby’s notes, que é um jogo muito perturbador que, se você for como eu, vai perder algumas horas de sono com ele.)
E você vai querer jogar os jogos em sequência.

5 Days a Stranger
Go play it, faggot.

16 agosto, 2008 at 12:44 pm 4 comentários

Sonic The Hedgehog

Em 1986 a SEGA Enterprises do Japão (SEGA = SErvice GAmes, para os curiosos), que fazia sucesso na produção de arcades da época, decidiu ingressar no ramo de consoles domésticos, pois viram o sucesso extremo que a Nintendo obteve com seu Famicom (NES). A SEGA lançou então o Mark III ( nome dado ao Master System no Japão), mas no final das contas ela não conseguiu alcançar a Nintendo com o Famicom, mas se popularizou bem na Europa.

A SEGA só tinha um pequeno probleminha… ela não tinha um mascote como a Nintendo ( o Mario, dãã -_- ) que era um sucesso. Bom, em 1986 surgiu um mascote, sim. Alex Kidd, mas que não deu muito certo apesar dos quilos de jogos que foram lançados para Master System e um para o Mega Drive/Genesis.

1989, surge o Mega Drive e a tão lembrada guerra dos 16-bits, pois vendo que não conseguiria nem ao menos empatar com o Famicom/NES a SEGA desenvolve um sistema muito superior. Desta vez com um processador de 16-bits, graficos fodas com 512 cores ( uhul o/ ) e som estéreo, mas ainda sem um mascote para competir com a Nintendo.

Em 1990 foi criada uma sub-divisão na SEGA chamada Sonic Team, um grupo de umas 10 à 15 cabeças, para trabalhar na criação de um mascote definitivo. Yuji Naka, considerado o pai do Sonic, foi quem teve a idéia. Ele queria algo que realçasse a velocidade do Mega Drive ( que comparado com o Super Nintendo era uma Ferrari ). Bom, aí vai porque o Sonic foi um porco-espinho:

Não é montagem minha não, ok? É isso mesmo. Essa foto é uma reportagem da Revista Ação Games. De acordo com ela, esse rato escroto era um bicho de estimação popular no Japão. O estranho foi tirarem um personagem maneirinho que nem o Sonic de um bixo feio desses, mas fazer o que…

Propositalmente azul, devido ao logotipo da SEGA, nasceu Sonic e com ele o projeto do jogo que mudaria a história da SEGA. Foi contratada uma banda de J-Pop chamada Dreams Come True especialmente para fazer a trilhas sonoras do jogo ( quem não lembra da musica de Green Hill? ). Levou 14 meses até que em 23 de Junho de 1991 foi lançado nos EUA e Europa o jogo Sonic The Hedgehog e no japão no dia 26 de julho. Com gráfico revolucionários (vários planos de fundo, tirando aquele aspeto “chapado” dos jogos da época), muitas cores, muita velocidade, o jogo emplacou. (Nada mau para um jogo de 4MB né? o_O ). O objetivo do jogo é derrotar o malvado Dr.Robotnik que raptou todos os bichinhos inocentes para transformá-los em robôs, achar a esmeraldas do caos e salvar os tais animais. Simples, porém a meu ver esse jogo atingiu o nível de perfeição que um jogo precisa para ser lembrado durante muitos e muitos anos.

“Há quem diga que os games do Sonic não apresentam enredo: basta correr e fechar o jogo. Tudo bem que apenas com isso você pode curtir bastante os games, mas por trás de tudo isso há toda uma saga, todo um enredo… Os jogos do Sonic não seguem um enredo linear, mas podemos dizer que se trilha pela série Sonic the Hedgehog, alterada e incrementada pela série Adventure (e consequentemente, Advance). No Master System, o jogo corre por outro enredo, ficando bem a parte. Contudo, é válido lembrar que a história original é a da Sega of Japan, pois a Sega of America, e a Tec Toy no Brasil, fantasiaram o enredo, adicionando elementos antes inexistentes (como o planeta Móbius).” Adaptado de PowerSonic

Uma breve atualização aqui: Esqueci trágicamente de colocar uma coisa aqui, e meu camarada AleXandre me lembrou. Ao pegar todas as 7 Esmeraldas do Chaos em Sonic The Hedgehog 2, 3 e Knuckles, Sonic se transforma em Super Sonic, muitos acham que isso é um mito, mas eu mesmo já as coletei. É um sonic amarelo e forte pra caralho, voa e o caralho a 4… No Sonic 3 & Knuckles coletando as 7 Esmeraldas extras, você se transforma no Hyper Sonic, mais forte ainda e tal… Isso tudo porque Yuji Naka, criador do Sonic era fã de Dragon Ball Z. Valeu por me lembrar Alex!

Esse personagem marcou minha infância. Meu primeiro video-game foi um Master System e nunca comprei uma fita nova pra ele, ou seja, sempre joguei sonic. Depois ganhei um Genesis com Sonic The Hedgehog. Mofei jogando isso, melhor época. =B Hoje em dia, na minha opinião, estamos com uma falta de jogos simples, porém eficazes. A preocupação com gráficos extremamente realistas está fazendo com que se esqueçam da parte mais importante de um jogo: a diversão.

Por Manhattan

Aí vai uma lista de lançamentos do Sonic ou de personagens do jogo, caso se interessem em achá-los na internet e tal… São só 84 ¬¬

23/06/1991: Sonic the Hedgehog (Mega Drive)
25/10/1991: Sonic the Hedgehog (Master System)
28/12/1991: Sonic the Hedgehog (Game Gear)

25/10/1992: Sonic the Hedgehog 2 (Master System)
29/10/1992: Sonic the Hedgehog 2 (Game Gear)
21/11/1992: Sonic the Hedgehog 2 (Mega Drive)

??/06/1993: SegaSonic the Hedgehog (Arcade)
23/09/1993: Sonic CD (Mega CD)
25/10/1993: Sonic Chaos (Master System)
23/11/1993: Sonic Spinball (Mega Drive)
23/11/1993: Sonic Chaos (Game Gear)
??/??/1993: Dr. Robotnik’s M. Bean Machine (Mega Drive)
??/12/1993: Dr. Robotnik’s M. Bean Machine (Game Gear)

02/02/1994: Sonic 3 (Mega Drive)
18/04/1994: Sonic Drift (Game Gear)
26/07/1994: Sonic Triple Trouble (Game Gear)
??/08/1994: Sonic Spinball (Game Gear)
??/08/1994: Sonic the Hedgehog GameWorld (Sega Pico)
??/09/1994: Tails and the Music Maker (Sega Pico)
18/10/1994: Sonic & Knuckles (Mega Drive)

17/03/1995: Sonic Drift 2 (Game Gear)
??/03/1995: Knuckles Chaotix (32X)
28/04/1995: Tails Sky Patrol (Game Gear)
??/07/1995: Sonic Classics (Mega Drive)
22/09/1995: Tails’ Adventures (Game Gear)
??/10/1995: Sonic 2 in 1 (Game Gear)
??/10/1995: Sonic Labyrinth (Game Gear)
??/??/1995: Tails and the Music Maker (Sega Pico)

27/01/1996: Sonic Ova anime
??/??/1996: Adventures of Sonic cartoon
??/??/1996: Sonic the Hedgehog cartoon
??/06/1996: Sonic the Fighters (Arcade)
09/08/1996: Sonic CD (PC)
14/11/1996: Sonic 3D Blast (Mega Drive e Saturn)
??/11/1996: Sonic the Hedgehog’s GameWorld (Sega Pico)
??/11/1996: Sonic Blast (Game Gear)
??/11/1996: Sonic the SchoolHouse (PC)

??/02/1997: Sonic & Knuckles Collection (PC)
20/06/1997: Sonic Jam
25/09/1997: Sonic 3D Blast (PC)
??/11/1997: Sonic Blast (Master System)
??/11/1997: Sonic R (Saturn)

??/??/1998: Sonic Jam (Tiger Game.Com)
11/11/1998: Sonic R (PC)
23/12/1998: Sonic Adventure (Dreamcast)

30/08/1999: Sonic Underground (cartoon)
14/08/1999: Sonic 3D Blast (PC)
??/??/1999: Sonic Pocket Adventure (NGP)

14/11/2000: Sonic Shuffle (DreamCast)

23/06/2001: Sonic Adventure 2 (Dreamcast)
20/12/2001: Sonic Adventure 2 – Battle (Game Cube)
20/12/2001: Sonic Advance (Game Boy Advance)

12/11/2002: Sonic Mega Collection (Game Cube)
19/12/2002: Sonic Advance 2 (Game Boy Advance)

??/04/2003: Sonic X (anime)
27/05/2003: Sonic Pinball Party (Game Boy Advance)
07/10/2003: Sonic N (Nokia N-Gage)
18/12/2003: Sonic Adventure DX (PC)
??/12/2003: Sonic Heroes (multisistemas)

25/05/2004: Sonic Advance 3 (Game Boy Advance)
16/11/2004: Sonic Heroes (PC)
09/12/2004: Sonic Mega Collection Plus (Play 2/Xbox)

11/08/2005: Sonic Gems Collecton (Play 2/Game Cube)
15/11/2005: Sonic Rush (Nintendo DS)
15/11/2005: Shadow the Hedgehog (Multisistemas)

21/02/2006: Sonic Riders (Multisistemas)
31/03/2006: Sonic Mega Collection Plus (PC)
14/11/2006: Sonic the Hedgehog (Xbox360 e Play 3)
14/11/2006: Sonic Riders (PC)
14/11/2006: Sonic the Hedgehog Genesis (GBA)
19/11/2006: Sonic 1 (Virtual Console Wii)
11/12/2006: Dr. Robotnik Mean Bean Machine (Virtual Console Wii)

20/02/2007: Sonic and the Secret Rings (WII)
14/09/2007: Sonic Rush Adventure (DS)
06/11/2007: Mario & Sonic (Wii)
20/11/2007: Sonic Rivals 2 (PSP)

»»»» Virtual Console (Wii)
11/03/2007: Sonic Spinball
11/06/2007: Sonic the Hedgehog 2
09/09/2007: Sonic the Hedgehog 3
16/10/2007: Sonic 3D BLAST

»»»» Xbox Live Arcade (Xbox 360)
11/07/2007: Sonic the Hedgehog (Mega Drive)
12/09/2007: Sonic the Hedgehog 2

08/01/2008: Sonic Riders: Zero Gravity (Wii e PS2)
20/01/2008: Mario & Sonic at the Olympic Games (DS)

Sonic Unleashed está para sair para Playstation 3, Xbox 360 e Wii. Mas a data de lançamento não foi prevista ainda, em breve atualizo o post.

4 agosto, 2008 at 2:30 pm 3 comentários

Indie Games – Uma pequena Introdução

Hoi! Me mandaram escrever alguma coisa pra esse buraco aque, e eu vou escrever um pequeno artigo sobre indie games, uma introdução na verdade.

Bem, comecemos pelo começo então.

O que são esses tais Indie Games?

Curto e grosso, Independent Games. O que não significa muita coisa de qualquer forma, então eu vou usar a definição que o tigsource.com dá para Indie Games: A irmã mais nova dos Video Games.
Indie games é uma coisa relativamente nova, eu não sei exatamente mas, chuto aí, cinco anos MAX.

É o Punk do Rock’n’Roll, Quentin Tarantino dos filmes de ação. Indie games aconteceu da seguinte maneira: Os gamers oldschools estavam meio cansado dos jogos de hoje em dia, isso é, back in the day, você podia colocar um cara em um carro, com um bigode, escudo, uma arma que atira velociraptors e fazer esse carro voar, que ninguém iria reclamar, talvez você fosse chamado até de gênio, vai saber né?

Enfim, hoje em dia, como os jogos estão muito mais caros para produzir (duvido que você não saiba disso, mas os custos dos jogos já ultrapassaram o da indústria do cinema), a indústria tem que garantir que o jogo vai dar lucros, então ela não pode sair jogando qualquer conceito e rezando pra que funcione, entende?

É por isso que tantos jogos bons e inovadores ficam pra sempre na prateleira, Psychonauts (Tim Schafer, criador de vários jogos clássicos da antiga Lucas Arts), Beyond good & Evil (Michel Ancel, criador de Rayman, o cara com problemas nas juntas, sabe?), entre tantos outros. Isso causa um efeito escroto, pense bem, quantos jogos de Space Marines (Starcraft, Metroid, Halo, Doom, Quake, Ground Control, Time Splitters, Warhammer 40k, ad infinitum) ou jogos sobre a Segunda Guerra Mundial (Call of Duty, Medal of Honor, Company of Heroes, Brothers in Arms, Hearts of Iron, Wolfenstein, Day of Defeat, ad infintum) nós realmente precisamos?

De acordo com os Indie Gamers, a indústria perdeu praticamente toda a sua capacidade de inovar e a criatividade foi jogada no vaso sanitário.

Os Indie Games estão aí pra isso, Inovar. E como os indie games são feitos por fãs, geralmente grupos de <10 pessoas, isso quando é um grupo grande, eles TÊM esse poder, porque mesmo que o jogo seja catastróficamente ruim, eles não tem nada a perder, pelo contrário, se o jogo for realmente bom, eles vão ganhar fama, dinheiro e mulheres.
Resumo: Indie Games são jogos feitos por grupos pequenos de pessoas, normalmente oferecidos de graça pela interwebz.

Já sei o que são esses tais jogos indies, e agora?

Agora você pode começar a jogar alguns jogos, que tal? Espertão.
Bem, farei pequenos reviews sobre os principais jogos da Cena Indie:

Cave Story

Cave Story é um jogo aparantemente simples, um dos ápices da cena indie, criado só por uma pessoa, tal de “Pixel”.

Híbrido de Plataformer e Shooter, 2D, totalmente Retro que conta a história de todo um mundo que vive

So cu- OH MY GOD, SHOOT.

So cut- OH MY GOD, SHOOT.

debaixo da terra, altas tretas enquanto nós acompanhamos nosso amiguinho Mudo tentando reaver sua memória, Clichê, hã?

O enredo parece totalmente épico mas não, na verdade você não tem missão alguma, ele não tem memória, isso é verdade, mas ele só faz o que os outros pedem, apesar de ficar amiguinho com algumas pessoas. Jogo cheio de easter eggs, MUITAS armas, curto para o padrão de games em geral, cerca de 10 horas, mas longo pra caralho comparando com outros jogos indies. Lembrem-se, UMA pessoa apenas.

Yummy!

flOw~

flOw foi feito para ser uma tese, de ajustamento de dificuldade de acordo com a habilidade do jogador, isso para expandir as fronteiras de quem joga os jogos.

Extremamente simples e cativante, você tem duas missões no jogo: Crescer e evoluir, você é uma criatura, provavelmente marinha, você se alimenta, desce mais fundo no mar, etc. etc. Só isso. Mas como eu disse antes, é extremamente apaixonante, parece bem medíocre dito assim, mas jogue e você vai entender que o jogo é o oposto de medíocre.

Dwarf Fortress

Não vou colocar nenhuma imagem de dwarf fortress aqui, já já eu explico.
Dwarf Fortress é um jogo em que você literalmente comanda uma Fortaleza de anões. Você pode fazer de tudo, e é um jogo realmente épico. O Cenário é Procedurally Generated, ou seja, toda vez que você começar a jogar de novo, o mundo vai ser diferente.

Em Dwarf Fortress, você pode mandar heróis pra enfrentar monstros gigantes, destruir hordas de goblins, você pode fazer DE TUDO, se vocês se interessarem, procurem por contos de Dwarf Fortress, pessoas contando sobre coisas que elas fazem ou coisas que aconteceram no jogo, um exemplo que eu me lembrei agora.

Era o seguinte, o cara capturava goblins, matava todos, exceto dois. Então coloca os dois em celas separadas, uma do lado da outra. Em frente a saída da cela, havia uma ponte, uma ponte para cada cela e no fim da ponte, um botão. Então, o cara soltava os dois goblins, e cada um comecava a correr em sua própria ponte, o que chegasse primeiro, acabaria apertando o botão, e o botão derrubaria a ponte do outro goblin. Consegue ver agora, que você relmente, pode fazer DE TUDO? Assim, tudo que a sua mente doentia permitir, isso é.

Centipede! :D

Agora o porque de eu não ter colocado imagens: Dwarf Fortress é todo em ASCII. Mas sério, não deixe isso te assustar, dê uma chance ao jogo.

Knytt – Knytt Stories

Knytt é um plataformer. Ponto.
É impossível traduzir Knytt em palavras, Knytt (além de ser o jogo que me introduziu à Cena Indie, yay) é um jogo sobre atmosfera e imaginação. Isso pode parecer extremamente gay, mas eu to falando sério, em Knytt você vai andar por dezenas de cenários, procurando peças de uma nave espacial que caiu no seu mundo, vai encontrar milhares de pessoas com quem você não pode interagir, então te resta imaginar o que está realmente acontecendo.

Knytt tem uma “sequência”, Knytt Stories, sequência entre aspas, porque não continua a história, é apenas um jogo com praticamente o mesmo engine, mas com uma história diferente. O lindo de Knytt Stories é que ele tem um Editor, em que você pode fazer a história que você quiser, ou pegar histórias já prontas na internetz por outros fãs de Knytt, eu nunca tive a oportunidade de jogar essas outras histórias, mas pelo que eu ouvi falar, são ótimas.

La Mulana

Em La Mulana você encarna um Indiana Jones da vida aventurando-se em um templo bla bla bla. La Mulana foi feito para ser uma homenagem ao MSX (o verdadeiro primeiro console da Microsoft), os controles são meio duros, mas é tudo parte da homenagem, e depois que você se acostuma fica uma parada linda, mesmo.

Agora, o mais marcante de La Mulana, é que é difícil. É MUITO difícil. Difícil PRA CARALHO. Um jogo totalmente torturante que se você for como eu, vai perder horas e horas de sono tentando passar DAQUELA Sala.

—————-
Puta que pariu, quanto mais jogos eu escrevo, mais jogos aparecem pra me dar vontade de escrever, assim eu não aguento, puta merda.

Anyway, a Tigsource fez um trabalho bem melhor do que eu ao dar uma introdução aos jogos Indies, eu nem sei porque eu escrevi isso tudo quando eu podia só colocar um link aqui e seria bem melhor.
tigsource.com < tá aí, entrem, leiam, e vejam sobre os jogos. Btw, Tigsource é um ótimo site também pra quem quiser se manter atualizado quanto à Cena Indie.

Jogos que eu não vou falar nada, mas recomendo (procurem no guia da tigs):

Warning Forever
The Chzo Mythos
Nikujin
Gish
Toribash
Blocksum
Samorost
N
Sam’n’Max
Cortex Commando
Penumbra
Alien Hominid
Clean Asia (e todos os outros jogos do cactus)
Battle for Wesnoth
Death Worm
Eyezmaze (que não é na verdade, um jogo)
Orisinal (que não é na verdade, um jogo)

That’s it, Folks.

Kodaz

3 agosto, 2008 at 3:13 pm 2 comentários

The King of Fighters ’94

Artworks de antigamente eram feitas à mão. O.O (choque)

Pra começar, KOF é um jogo de verdade, não é nada igual a essas porras que você joga aí na sua casa (ou no caso de você ser pobre, na casa de seus amigos).
Não tem nada de ficar apertando botões coloridos em direção a um braço de guitarra infinito enquanto você finge praquela pessoa que ta do seu lado que você toca pra caralho.
The king of fighters é o tipo de jogo que você juntava seus amigos em casa e ficava uma tarde inteira xingando, bebendo, e gritando enquanto sua mãe olhava pra você e tinha a plena certeza de que, com esse tipo de jogos e amigos, você não seria nada na vida. (espero que você a surpreenda algum dia)

Mas então… ao jogo: King of fighters fez o que nenhum jogo até aquela presente data fez: colocou um monte de gente pra se espancar em uma arena(até essa parte é mentira, verdades mais a frente) mas o objetivo desses lutadores se espancarem é que era o melhor!O dinheiro (bufunfa, gaita, tutu, money, doletas, cash)!!! Sim os caras eram puros capitalistas, e queriam somente a grana do torneio! Nada de salvar a mocinha, a honra da sua família, ou o mundo. Aqui o negócio é o sonho da casa própria, o carro zero Km, ou a operação da sua avó que ta morrendo de febre amarela na china.(O curioso é que a grana ao invés de ser inteligentemente investida, era muito mal gasta, pois todo ano eles voltavam para o mesmo torneio mesmo sabendo que alguma merda ia rolar).

O jogo conta com um sistema de batalhas super avançado, A= Soco fraco; B= Chute fraco; C=Soco forte; D= Chute forte.E as setas… hum… andam pra frente e pra trás, pulam e abaixam.

No qual você podia apertar uma seqüência totalmente difícil de botões para fazer aquele super-hiper-mega-ultra combo. Mas a maioria das pessoas só apertava o soco ou ficava trocando de botões a uma velocidade que faria o processador de um Atari 5200 fritar um ovo.

A história do jogo é bem complexa pra época, 24 lutadores em trajes nada convencionais(dois ou três ali estava realmente vestidos pra lutar), recebem uma proposta de Rugal, um milionário sem nada melhor pra fazer, revolucionário nas artes marciais para competirem em um torneio por umas bijouterias lá.

Chegando lá eles foram divididos em oito times de três lutadores. A partir daí eles ficaram se rebocando de porrada em uma arena até ver quem era o melhor lutador ,ninguém morre, todos curtem pra cacete o fato de terem se espancado e apertam as mãos depois do time do japão ter ganhado, meia dúzia de helicópteros pegam eles e os levam a um cruzeiro pelo Mar Mediterrâneo, não é lindo? Pois é, todos ficam por ali mesmo

Mai... Mai que muié boa *¬*

na pista de pouso, enquanto o time de vencedores do Japão entram totalmente sozinhos em uma sala com pouca iluminação (clichê, alguém?). Pois é o cara sentado no final dessa sala se apresenta como Rugal Bernstein, o financiador do torneio, logo que ele liga as luzes os três lutadores vêem que a sala está cheia de lindas estátuas de ouro, eu não sei porque eles sabem mas são lutadores embalsamados em ouro, e não simples estátuas. Eles não aceitam que participaram desse torneio gigantesco e apnharam pra caramba só pra virarem objeto de decoração do senhor Bernstein, então decidem descer o pau nele também. Alguns milésimos de segundo depois vêem que o cara tem culhões de aço e é forte pra caralho!Pra terminar e spoilar tudo, já que ferrei com a história do jogo pra você que ta lendo isso, quem derrota ele no final é o Kyo. Rugal espancado, quebrado e não conformado, explode o transatlântico com ele dentro e de quebra Kyo escapa triunfalmente com todo mundo, e Rugal se morre por si só cometendo auto-suicídio.

O jogo foi lançado pela SNK e como a maioria dos jogos feitos por ela saiu pra Arcades e depois pra os seguintes consoles: Neo Geo CD e Virtual Console. Existe também um remake para PlayStation 2 e o jogo clássico também pode ser baixado no Wii Virtual console por 900 wii points.

Aqui no Brasil você não via gente colocando quatro fichas...

Pepelusky

2 agosto, 2008 at 7:08 pm 8 comentários


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